16 de dez. de 2015

Comissários(as)

Hoje vou auxiliar você, caro leitor do nosso Mundo da Aviação, como marcar o seu teste. Vamos lá?

1.1 Ao abrir a página, vai aparecer um campo “Escolha a área de interesse”, selecione a opção “Tabela de serviços” e depois em pesquisar.
 
1.2 Vá para pagina 8 e procure pela opção 118!
1.3 Na página seguinte, vá para opção (*) “Quantidade de documentos a serem pagos” e coloque o número 4 (referentes a 4 blocos de matérias de CMS) e depois clique na calculadora, insira seu CPF e nome completo e depois confirmar. Será gerada a GRU que deve ser paga no Banco do Brasil.
2.1 Com o login e senha na mão vá até a opção DADOS AERONAUTA e depois “Atualização cadastral de Aeronautas”.
 
2.2 Nesta opção atualize todos os seus dados, digitalize seus documentos, atualizem os dados básicos conforme lá irá pedir e por último clique em “OK”.

 
 

 

Como agendar a prova da ANAC

Presencialmente

Esta sem dúvidas é a melhor forma de marcar, pois não exige muita coisa apenas um documento oficialcom foto (RG, CNH ou PASSAPORTE), leve a sua GRU paga com pelo menos 5 dias de antecedência antes de ir até unidade regional e uma FOTO 3X4 atualizada e com fundo branco.
Para quem vir na unidade regional em São Paulo siga em direção ao aeroporto de Congonhas, assim que chegar em CGH siga até a passarela Comandante Rolim Amaro (ela é verde), assim você irá para o lado oposto do aeroporto, descendo essa passarela você siga até Rua Renascença, 112 (esquina com Av. Washington Luiz).
Nota: Depois de marcar pessoalmente, você sairá com um comprovante de inscrição, leve no dia do exame, chegue com 30 minutos de antecedência no dia da prova e o documento que usou para realizar o agendamento. Caso seja necessário alterar a data do exame, você poderá fazer até 5 dias úteis antes da prova e presencialmente na unidade escolhida para realizar o exame, só poderá ser feita uma única vez.
 

Inscrição por E-mail

Esta é uma opção um pouco trabalhosa. Quando tentei enviar os documentos o e-mail voltou dizendo que a caixa de entrada estava cheia, muitas pessoas tentam por lá e pode demorar.
– Preencher o formulário de solicitação de exame, clique aqui;
– Os anexos deverão seguir escaneados, em cópia preferencialmente colorida, o formulário preenchidoo comprovante de pagamento GRU, RG, CPF e 01 foto 3X4 (todos os formato PDF em um único arquivo);
 
– Em seguida, deverá aguardar a resposta com as orientações sobre agendamento da prova. As respostas serão efetuadas seguindo a ordem de chegada dos e-mails e o prazo dependerá da demanda de cada localidade.
E-mail: inscricaoexame.saopaulo@anac.gov.br




GERANDO O CÓDIGO ANAC

Hoje vou falar sobre o código ANAC… você vai precisar dele pro resto da sua vida (hahaah nem tanto) mas ele vai ser como um prontuário de toda sua vida na aviação e vai ser com ele que você vai conseguir tirar CMA, fazer a banca da ANAC, e outras coisinhas mais.
Ele é super simples de ser gerado, você vai precisar apenas de alguns dados, vamos lá:
  1. Acesse a página da ANAC na internet (www.anac.gov.br). No meio da página principal, na coluna da esquerda, clique em Serviços Online e, em seguida, em Solicitar emissão de licenças e habilitações.
  2. Será mostrada a página do Sistema Integrado de Informação da Aviação Civil (SINTAC), na qual você deverá clicar na opção Solicitar Código ANAC.
  3. Em seguida, será apresentada a tela abaixo, onde deverão ser informados seus dados pessoais e endereço completo. Ao clicar na opção avançar, seu código ANAC será gerado.
  4. Clique na opção OK da mensagem.
  5. Em seguida, será mostrada a tela já com a de nição de seu Código ANAC (CANAC), no canto superior esquerdo (em vermelho).
Caso você não tenha anotado, não se preocupe. O seu código ANAC vai pro e-mail cadastrado. Caso não tenha recebido, dá uma olhadinha na caixa de spam, foi assim que aconteceu com o meu.
Espero que tenha ajudado vocês… O código ANAC pode ser gerado antes mesmo de dar início ao curso, então, mãos à obra! Beijos, e até nosso próximo voo!

 

29 de nov. de 2015

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Fabricantes













 










Uma breve história da Boeing
No dia 16 de julho de 1916, em Seattle, Washington, William Edward Boeing e seu colega George Conrad Westervelt, um engenheiro da Marinha dos EUA, fundaram a Pacific Aero Products Company. A Empresa foi crescendo ao longo dos anos e hoje é a maior fabricante de aeronaves do mundo e esse crescimento se deve também ao fato de ter feito uma série de fusões e aquisições estratégicas.
Algumas dessas fusões e aquisições são:
North American Aviation
McDonnell Douglas
Rockwell International (empresa do setor espacial e de defesa)
Hughes Space & Communications
Jeppesen
 

William Boeing e George Westervelt compraram um hidroavião e estudaram seu projeto e com o conhecimento adquirido criaram seu primeiro avião chamado B&W(depois chamado de Boeing Model 1), que voou pela primeira vez em junho de 1916(este foi considerado o primeiro voo de um Boeing).
Os EUA entraram na Primeira Guerra Mundial em 1917 e Will Boeing recebeu uma encomenda da marinha americana de 50 aviões. No mesmo ano a Pacific Aero Products Company tornou-se a Boeing Airplane Company.
Boeing B&W(Model 1).
Logo após a guerra, a empresa voltou a se dedicar na fabricação de aviões comerciais, construindo muitos aviões para uso de correio aéreo. Por volta de 1927, criou sua própria companhia aérea, chamada Boeing Air Transport, que depois compraria várias companhias e mudou seu nome para United Aircraft and Transport Corporation e adquiriu outras empresas como a Pratt & Whitney, Hamilton Standard Propeller Company, e Chance Vought. Dois anos mais tarde fabrica o Boeing 80, com capacidade de 12 a 18 passageiros, o que tronou-o o primeiro avião da Boeing feito exclusivamente para passageiros. Uma curiosidade: foi nesse modelo que que surgiu a primeira comissária de bordo. Ela era Ellen Church, uma enfermeira, que convenceu Will Boeing de que mulheres poderiam trabalhar como atendentes durante os voos.
 
 
 
 
 
 
 
 
Em 1933 revolucionou o mercado aéreo com a introdução do Boeing 247, o primeiro avião totalmente metálico. Ele era um monoplano de asas baixas, muito mais seguro e rápido que qualquer outro avião da época, foi o primeiro avião com trem de pouso retrátil, e também foi o primeiro avião bimotor capaz de voar monomotor, em uma era de motores não muito confiáveis isso aumentou muito a segurança dos voos. Mas seu projeto o levou a decadência, pois a TWA pediu a Douglas uma aeronave maior e com mais autonomia a série DC nasceu e os DCs-2 e 3 tornaram o 247 praticamente obsoleto.
Boeing 247.
No fim da década de 1930, a Pan American World Airways, pediu a algumas fabricantes um barco voador capaz de transportar passageiros em rotas trans oceânicas. Depois de escolher a Boeing, firmaram um contrato e nasceu ali o Boeing 314 Clipper, um luxuoso hidroavião de longo alcance que era capaz de transportar até 90 passageiros em voos diurnos e 40 em voos noturnos. Era um dos maiores da sua época, e com eles a PanAm voou para muitas partes do mundo e também a partir daí começou a chamar seus aviões de CLIPPERS, famosos até hoje. Nesse mesmo tempo a Boeing revolucionou de novo a aviação comercial com o lançamento do Boeing 307 Stratoliner, o primeiro avião comercial de cabine pressurizada, recurso que permitiu aos aviões voarem acima das pertubações atmosféricas, e também o primeiro que incluiu o engenheiro de voo como membro da tripulação.
Boeing 307 Stratoliner.
Após a Segunda Guerra Mundial, a Empresa começou a produzir alguns jatos militares, como o
B-47 Stratojet e o B-52 Stratofortress e no meio dos anos 1950 desenvolveu um avião a jato para poder abastecer em voo os novos caças aéreos(coisa muito difícil de se fazer com os aviões a pistão). Esse avião era o Boeing367-80, que depois virou o melo para construção do primeiro jato civil da Empresa, o Boeing 707, que elevou a fabricante para o primeiro lugar das maiores do mundo. Com este modelo, a Boeing revolucionou denovo a industria aeronáutica, pois agora os passageiros poderiam cruzar os oceanos em menos tempo, fazer menos escalas, e logicamente chegar bem rápido ao seu destino.
Boeing 707.
Nos anos 1960, construiu também duas versões menores do 707, os Boeings 737 e 727, sendo o 737 o avião comercial mais vendido da história, sendo produzido até hoje quase cinquenta anos depois do seu primeiro voo.(Sendo considerado o mais antigo avião em produção).
Boeing 737.
No fim dos anos 1960, a PanAm pediu a Boeing um avião capaz de levar até 300 passageiros e que fosse econômico. O projeto seria o Boeing 747, o primeiro avião de fuselagem-larga da história e maior avião de passageiros até a chegada do Airbus A380. Com ele as empresas poderiam levar muitos passageiros em menos tempo do que os Boeing 707. Esse gigante da aviação comercial é fabricado até hoje, tornando-se um ícone.
Boeing 747.
Durante os anos 1980, lançou o Boeing 757, com corredor único que veio para substituir o 707 e 727, mas não fez muito sucesso, e o Boeing 767, um bijato de dois corredores e que é um grande sucesso sendo também fabricado até hoje. O 767 é o avião que mais cruza o Oceano Atlântico e que vai ser substituído futuramente pelo Boeing 787.
Boeing 767.
No meio da década de 1990, lança o Boeing 777, um bijato que possui os mais potentes motores a jato do mundo, sendo o primeiro avião feito totalmente com ajuda de computadores. Ele é muito utilizado pelas companhias aéreas, podendo transportar até 400 passageiros ou mais.
 
 
 
 
 
 
Atualmente a Boeing produz o 737, 747,767,777 e o novíssimo 787, um avião que segundo a Empresa será modelo na aviação do futuro, e não com aviões grandes como o A380. Pelo visto a Boeing Company será uma grande empresa por muito tempo, o que a torna um marco na aviação comercial e militar. Só mais uma curiosidade: a Empresa é tão grande que é a maior exportadora de valores dos EUA, sendo esses valores um componente no ínidice Dow Jones.



 










Para viagens curtas, trabalhos no campo, transportes de cargas, deslocamentos rápidos ou viagens longas com extremo conforto e segurança, a CESSNA oferece diferentes tipos de aeronaves para atender todas as necessidades de seus clientes. A companhia americana é uma das maiores do setor de aviação executiva e tem quase 90 anos de uma rica e inovadora história transportando milhões de exigentes passageiros. 


 

A história 

A criação da empresa remonta a Clyde Vernon Cessna, um agricultor da cidade de Rago, estado do Kansas, nascido e criado em uma fazenda, que logo demonstrou aptidão natural para a mecânica ao melhorar máquinas agrícolas e desenvolver novos métodos de cultivo. Seu interesse por aviões começou em 1910, após visitar uma exposição aérea em Kansas. A paixão o levou a se mudar para a cidade de Nova York, onde trabalhou durante um curto período na Queen Aeroplane Company. Pouco depois, em 1911, Clyde começou a construir o seu primeiro avião, batizado de Silverwing. O monoplano, feito com abeto (muna espécie de árvore conífera) e linho, utilizava um motor de barco modificado de 1.050 rpm. Após cair na primeira tentativa, ele teve um lampejo de esperança em sua 13º tentativa, depois de voar por um curto período antes de colidir com algumas árvores. Finalmente no mês de junho ele conseguiu realizar seu primeiro voo bem sucedido. E ganhou o apelidado de “Birdman of Enid”, após voar por 5 milhas (cerca de 8 quilômetros) com um pouso bem-sucedido em dezembro. Entre os anos de 1912 e 1915 ele projetou vários aviões monoplanos, todos impulsionados por um motor Anzani Radial de 6 cilindros. Durante esse período, ele se apresentou em várias feiras e eventos comemorativos, angariando assim uma boa grana. Além disso, Clyde Cessna se tornou o primeiro homem a construir um avião e sobrevoar o Rio Mississippi e as Montanhas Rochosas.


Já em 1916, adquiriu um edifício para iniciar a construção de uma nova aeronave para a temporada do ano seguinte. Sua fábrica também serviu para abrigar uma escola de aviação que ele fundou. Porém, quando os Estados Unidos declaram guerra em abril de 1917, Clyde foi forçado a retornar para sua casa no Kansas, retomando provisoriamente suas funções na fazenda da família. Com o término do conflito mundial, em 1924, o ambicioso Clyde firmou parceria com Lloyd Stearman e Walter Beech para formar a Travel Air Manufacturing Co., uma empresa que atuava na fabricação de aviões biplanos. Apesar da empresa rapidamente se tornar uma das principais fabricantes de aeronaves dos Estados Unidos, chegando a produzir 46 aviões em 1926, Cessna e Beech começaram a discordar sobre os tipos de aeronaves a ser produzidos, já que Clyde tinha preferência por monoplanos, mas Beech insistia em biplanos. Essa discordância fez com que Clyde deixasse a empresa e começasse a trabalhar em uma aeronave com quatro lugares, monoplano e equipada com um motor Anzani de 120hp, que ele batizou de “Comet”. Finalmente no dia 7 de setembro de 1927, juntamente com Victor H. Roos, ele fundou a Cessna-Roos Aircraft Company, que iria enveredar pelo segmento da fabricação de aeronaves monoplanos. Pouco depois, no dia 22 de dezembro, o secretário de estado aprovou a mudança de nome da empresa para CESSNA AIRCRAFT COMPANY.


O primeiro avião da empresa, batizado de CESSNA A-SERIES, foi entregue no dia 28 de fevereiro de 1928 para Edwin A. Link da cidade de Pittsburgh, na Pensilvânia, que pagou US$ 6.500 pela aeronave. No dia 1 de novembro deste mesmo ano, saiu da linha de produção da empresa o MODEL CW-6, primeiro CESSNA com capacidade para seis passageiros. Apesar do enorme sucesso de novos modelos, a Grande Depressão que assolou os Estados Unidos forçou a empresa a fechar as portas em 1931. Pouco depois, em 1934, seu sobrinho Dwane Wallace ajudou a recuperar a empresa e com a aposentadoria do tio no ano de 1937 assumiu o comando dos negócios. Foi neste mesmo ano que a empresa lançou seu primeiro hidroavião, o C-37. Após a Segunda Guerra Mundial, em 1947, a empresa iniciou a produção dos modelos 190 e 195, com capacidade para 5 passageiros e primeiras aeronaves da CESSNA com fuselagem totalmente de metal. Ainda neste ano apresentou o CESSNA 170 que juntamente com outras iterações, como por exemplo, o modelo 172 SKYHAWK, introduzido em 1956, tornou-se o monomotor mais vendido da história. O mote de publicidade utilizado pela CESSNA nesta época era o fato de ter treinado mais pilotos que qualquer outra empresa deste setor. Foi também em 1956 que ocorreu o lançamento do CESSNA 182 SKYHAWK, um monomotor com capacidade para quatro pessoas, que se tornou o segundo avião mais popular da empresa, atrás apenas do CESSNA 172.


O primeiro modelo do Skymaster a ser produzido foi o 336, que tinha trem de pouso fixo, dois motores instalados na fuselagem, um no nariz e outro na parte traseira, e voou pela primeira vez no mês de fevereiro de 1961. Entrou em produção em maio de 1963 e ficou no mercado por apenas um ano, com 195 exemplares vendidos. Esse modelo foi substituído pelo CESSNA 337 Super Skymaster, maior, mais potente, com trens de pouso escamoteáveis e uma tomada de ar dorsal para o motor traseiro. Posteriormente, a empresa denominou o modelo simplesmente como Skymaster, retirando o “Super”. Essa aeronave entrou em produção em 1965 e permaneceu na linha de fabricação até 1982, com um total de 2.993 aviões comercializados, incluindo um modelo para uso militar.


No final da década de 1960, os engenheiros e demais executivos da CESSNA identificaram a demanda para criar e fabricar em larga escala uma aeronave para ocupar um espaço que a empresa considerava praticamente vago no mercado aeronáutico mundial, o de jatinhos executivos de pequeno porte (com menos de 5.500 kg de peso máximo de decolagem), com asas retas, motorização turbofan (motor a reação utilizado em aeronaves projetadas especialmente para altas velocidades de cruzeiro, que possui um excelente desempenho em altitudes elevadas), com capacidade para 8 passageiros e capaz de operar em aeroportos já servidos por aviões bimotores turboélice. O protótipo do primeiro modelo desta família voou em 15 de setembro de 1969. Apresentando oficialmente em 1971 e originalmente batizado de Citation 500, antes que a CESSNA o denominasse CITATION I, foi um dos primeiros jatos executivos leves disponíveis no mercado a serem motorizados com reatores do tipo turbofan. Foi um grande sucesso de vendas e a sua produção durou até 1985. Porém, a pedido de clientes, a partir de 1977 a empresa passou a fabricar o CITATION II, com fuselagem alongada para transportar confortavelmente sete ou oito passageiros e com espaço reservado para uma pequena galeria para refeições rápidas e bebidas. Esses dois modelos abriram caminho para a formação da maior linha de jatos executivos do mundo.


No início da década de 1980, percebendo claramente a existência de uma lacuna no mercado da aviação, a empresa iniciou o desenvolvimento do CESSNA CARAVAN, um turboélice de asa alta, que rapidamente despertou a atenção e o interesse da empresa de transporte de carga aérea Federal Express (Fedex), o primeiro grande cliente deste modelo. Lançado em 1984, nos anos seguintes essa aeronave seria utilizada com frequência em mais de 60 países para transporte executivo de passageiros, transporte de cargas, uso militar no transporte para regiões de difícil acesso e transporte regional de passageiros, já que acomoda de 9 a 14 pessoas. A empresa ao ser adquirida pela General Dynamics Corporation em 1985, interrompeu a produção de aviões de motor a pistão no ano seguinte devido à falta de confiabilidade dos componentes. Em 1992, a Textron Inc., empresa americana que controla fabricantes de aeronaves civis e militares, comprou a CESSNA e rapidamente retomou a fabricação de jatos executivos. Em 2004, a empresa lançou o monomotor mais veloz do mundo: o CESSNA 400, uma excelente opção para quem necessita de leveza, rapidez, conforto, rápido acesso as informações e não abre mão de ter um CESSNA. Em 2006 a empresa inaugurou uma fábrica na cidade mexicana de Chihuahua, responsável por produzir partes e equipamentos para a linha de jatos executivos Citation.


Em 2005 a empresa lançou um verdadeiro sucesso de vendas: o CITATION MUSTANG, um moderno jato executivo que acomoda até cinco ocupantes, oferece um custo operacional baixo devido ao eficiente consumo de combustível, sendo ideal para deslocamentos executivos, pois possui alcance superior a 2.100 km, decola no peso máximo em pistas curtas com apenas 950 metros de comprimento e possui um teto operacional de 41.000 pés. Nos anos seguintes a CESSNA investiu em lançamentos luxuosos como o novo CITATION X+ (2010), uma moderníssima aeronave com capacidade para 12 passageiros, considerada o jato executivo mais rápido do mundo ao atingir uma velocidade máxima de 990 km/h a 15.500 metros de altitude; e o CITATION LONGITUDE (2012), um moderno jato para 12 passageiros com alcance 7.408 km, capaz de realizar voos diretos entre São Paulo e Miami ou Nova York e Paris com conforto, alta tecnologia e a segurança.


No dia 27 de agosto de 2014 a empresa atingiu uma marca histórica: entregou o avião monomotor a pistão de número 10.000, produzido na fábrica de Independence, que entrou em operação no mês de julho de 1996, próxima à sua sede em Wichita, no estado do Kansas. O avião, modelo Cessna Skyhawk, foi entregue junto com outros dois aparelhos semelhantes para a universidade aeronáutica Liberty, para uso no treinamento de alunos. O Cessna Skyhawk tornou-se a plataforma de formação padrão global e ganhou a reputação por oferecer a melhor combinação de características modernas, incluindo o sistema G1000 e confiabilidade comprovada. O modelo é produzido desde 1956 e já ultrapassou a marca de 48.000 aviões fabricados.


A evolução visual 
A identidade visual da marca CESSNA passou por grandes e radicais alterações ao longo dos anos. Inicialmente com o nome da marca constituindo a fuselagem de um avião e utilizando as cores cinza e verde, a identidade visual adotou as cores vermelha e azul na década de 1970 e no início dos anos de 1990 foi criado o atual logotipo.


Dados corporativos 
● Origem: Estados Unidos 
● Fundação: 7 de setembro de 1927 
● Fundador: Clyde Vernon Cessna 
● Sede mundial: Wichita, Kansas 
● Proprietário da marca: Cessna Aircraft Company 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Textron Aviation Inc.) 
● CEO: Scott Ernest 
● Faturamento: US$ 2.78 bilhões (2013) 
● Lucro: - US$ 48 milhões (2013) 
● Aviões entregues: 464 unidades (2013) 
● Presença global: 100 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 8.500 
● Segmento: Aeronáutico 
● Principais produtos: Aviões monomotores, turboélices e jatos executivos 
● Concorrentes diretos: Embraer, Gulfstream, Bombardier, Piper Aircraft e Dassault Aviation 
● Ícones: A família de jatos Citation 
● Website: www.cessna.com 

 
A marca no mundo 
Atualmente a CESSNA oferece aproximadamente 20 modelos de aviões turboélices, monomotores e jatos executivos que são vendidos em 100 países ao redor do mundo. Com 8.500 funcionários e faturamento de US$ 2.78 bilhões, em 2013 a empresa vendeu 464 aviões, dos quais 139 jatos executivos. A empresa possui 4 fábricas localizadas em Wichita e Independence, estado do Kansas; Columbus, na Geórgia e Chihuahua, no México. Em quase 90 anos de história a CESSNA já produziu mais de 155.000 aviões monomotores a pistão, 2.200 aeronaves turboélice, 1.000 aviões militares e outros 6.600 jatos executivos do modelo Citation, a maior frota desta categoria em operação no mundo. 

 
Você sabia? 
Clyde Cessna faleceu no dia 20 de novembro de 1954, aos 74 anos, e mesmo não estando mais no comando da empresa que criou desempenhou um papel vital no desenvolvimento da aviação mundial. 
Em 1951 a brasileira Ada Rogato a bordo de um CESSNA 140-A voou 51 mil quilômetros, percorrendo as três Américas, um trajeto que levou aproximadamente 6 meses. 
Foi um Cessna Citation XLS+, jato executivo de porte médio com duas turbinas e capacidade para 9 passageiros, que caiu no dia 13 de agosto de 2014 na cidade de Santos, litoral paulista, matando o candidato a presidência da república Eduardo Campos. 

 

 
As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek, Exame e Isto é Dinheiro), jornais (Valor Econômico), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).