23 de nov. de 2015

Curiosidades



Curiosidade 1: A alimentação
Você sabia que o comandante, a autoridade máxima em um voo, não pode comer a mesma comida que o copiloto?
Isso acontece porque, caso um deles passe mal, o outro estará a postos para assumir o controle do avião. Não se pode correr o risco de os dois passarem mal. Portanto, quem escolhe é o comandante. Se ele quer comer peixe, então o copiloto comerá carne vermelha ou frango.
 
Curiosidade 2: Alimentação dos passageiros
A comida num voo não serve apenas para alimentar as pessoas. Bem mais do que isso, serve como uma forma de entretenimento. Quando chega a refeição, os passageiros se dão por satisfeitos porque, quando você está comendo, o tempo passa mais depressa. Quando acontece alguma turbulência, muitas vezes os pratos se desmontam e dá um trabalhão colocar tudo de volta. A comida deve ser servida de forma organizada.

Curiosidade 3: Sorrisos
Quando a gente entra num avião dá logo de cara com um comissário de bordo sorrindo e nos recebendo muitíssimo bem. É porque os comissários de bordo têm a função de nos tranquilizar. Embora não pareça para os passageiros, muitas vezes a equipe de comissários está submetida à situações de estresse, mas devem passar segurança para todos. Para isso, é importante que eles consigam manter o bom humor e tratar a todos muito bem.

Curiosidade 4: Paquerar as aeromoças pode ser considerado assédio
Sempre acontece de um ou outro mais ousado começar a paquerar a aeromoça. Acontecem casos bastante desagradáveis e impróprios. Por exemplo, se algum passageiro mais afoito, ou alcoolizado, tocar uma aeromoça de maneira imprópria (passar a mão nela), é preciso fazer um pouso de emergência e retirar a pessoa que está causando o mal estar. A situação é bastante desagradável e não acontece com tanta raridade quanto se pode imaginar.

Curiosidade 5: Etiqueta e treinamento
Você sabia que os comissários de bordo, durante o seu treinamento, aprendem até aulas de etiqueta? A maioria dos movimentos e a maneira como se portar entre os comissários de bordo acontece de maneira padronizada. A imagem é muito importante para os passageiros, além de a padronização comunicar um senso de segurança geral. Por exemplo, até mesmo a forma de se retirar um blazer é padronizada e seguida à risca.

Curiosidade 6: Proibição do uso de telefone celular
Por que não se pode usar celular durante o voo ou quando a aeronave está taxiando?
Os celulares devem estar desligados durante o voo e no trajeto do aeroporto ao avião, pois caso estejam transmitindo ou recebendo mensagens poderão gerar algo como um campo eletromagnético, podendo afetar os equipamentos eletrônicos das aeronaves. É mais uma suspeita do que uma certeza. Há uma forte convicção de que alguns comportamentos anômalos de aviões estiveram associados à utilização desses aparelhos em voo. Enquanto não se tem certeza absoluta de que sejam inofensivos, a opção é proibir.

Com relação a outros aparelhos eletrônicos, por que eles têm de ser desligados no pouso e na decolagem, mas podem ser usados durante o voo?
Alguns aparelhos já se mostraram, claramente, como não prejudiciais. Nesse caso, é liberado o uso em fases não críticas do voo. Já no pouso e na decolagem, os seus usos são proibidos.

Como funcionam os telefones nos aviões?
Os telefones nos aviões funcionam via satélite.

Luzes reduzidas durante pousos e decolagens
Por que as luzes da cabine são reduzidas para pouso e decolagem?
As luzes da cabine de passageiros devem ser reduzidas durante o pouso e a decolagem para permitir uma melhor adaptação da pupila para, em caso de uma emergência, as sinalizações de rotas de fuga possam ser claramente percebidas.

Por que as poltronas devem estar na posição vertical para pouso e decolagem?
As poltronas devem estar na posição vertical para que, em caso de impacto, diminuam o risco de lesões na coluna e para que não obstruam a passagem dos passageiros, caso algo ocorra. Vale acrescentar também que outro motivo, talvez o mais importante, para os encostos das poltronas estarem em posição vertical é que, assim sendo, todo o peso do passageiro estará apoiado sobre a área em que se encontram as suas pernas. Isso aumenta muito a resistência da fixação das poltronas no assoalho da cabine, favorecendo a segurança de todos em caso de desaceleração brusca.

Por que se pede para abrir as persianas durante o pouso?
As persianas das janelas devem estar abertas para que, em caso de emergência, tripulantes e passageiros possam ter uma clara visão do cenário no exterior do avião.

O que é a turbulência e como ela funciona?
A turbulência é a movimentação do ar em correntes ascendentes e descendentes, que causam desconforto ao jogarem o avião para cima ou para baixo. Podem também ser provocadas por súbitas mudanças na direção ou na intensidade do vento, chamadas Tesouras de Vento.

A turbulência é capaz de derrubar um avião?
Dificilmente uma turbulência poderá fazer com que um piloto perca o controle da máquina. As áreas com piores condições sempre serão evitadas com a correta utilização do radar meteorológico de bordo.

O que é voar por instrumentos?
Voar por instrumentos é, por meio de informações eletrônicas dispostas nos painéis de instrumentos do avião, seguir a trajetória normal prevista sem a necessidade de manter contato visual com o exterior.

O que significa dizer que não há teto?
Diz-se que "não há teto" quando a mais baixa camada de nuvens, cobrindo pelo menos metade do céu, está mais baixa que a altura mínima estipulada para aquele aeroporto.

O que significa despressurização da cabine e como isso acontece?
O avião possui uma cabine pressurizada. Se os compressores (cada motor do avião alimenta um) ou as válvulas reguladoras do sistema apresentarem defeito, poderemos ter o esvaziamento do ar que mantém, artificialmente, a cabine em uma altitude mais baixa. Teremos, dessa forma, uma despressurização do tipo lenta.

Se abrir uma porta, uma janela ou, ainda, ocorrer uma ruptura de fuselagem em pleno voo, fatos extremamente improváveis de acontecer, o ar que mantém a cabine pressurizada será expelido, agora de forma instantânea, igualando em poucos segundos a densidade do ar no interior do avião com a do ar exterior. Nesse caso, será necessário usar prontamente as máscaras de oxigênio. Bom lembrar que ocorrendo despressurização rápida ou instantânea tudo o que não estiver devidamente amarrado, incluindo passageiros e tripulantes sem cintos, corre o grande risco de ser sugado para o exterior da aeronave.

Como as condições climáticas interferem no voo? 
Condições climáticas afetam o voo de diversas maneiras. Ventos fortes, em grandes altitudes, adiantam ou atrasam os voos; próximos ao solo, têm a ver com pouso e decolagem, os quais devem sempre ser feitos com vento de proa (de frente). Chuvas podem afetar a visibilidade, principalmente se forem muito fortes. Nas operações de pouso, e eventual interrupção de decolagem, as chuvas reduzem o coeficiente de frenagem pelo encharcamento, ou alagamento, da pista. Isso, dependendo da quantidade, pode restringir as operações e exigir maior aplicação de freio e de reversão do fluxo dos motores.

Com relação às nuvens, se elas forem muito baixas, podem restringir as operações de pouso e de decolagem, dependendo dos equipamentos de auxilio à navegação que o aeroporto tiver. Já em voo, nuvens pesadas, tipo cumulus-nimbus (CB), devem ser evitadas (o radar meteorológico de bordo facilita estas manobras), pois são carregadas de correntes ascendentes e descendentes, causadoras de turbulência, e de grandes blocos de granizo.

Qual é a melhor condição climática para voar?
Em geral, o ar frio e seco tem maior estabilidade.

Em alguns casos, o que causa a perda brusca de altitude nos aviões?
Perdas bruscas de altitude são causadas por correntes descendentes, presentes em áreas de mau tempo.

O que significa a expressão “portas em automático”, repetida pelos comissários e aeromoças antes de decolar?
"Portas em Automático" significa que as escorregadeiras, que servem para eventual evacuação em caso de emergência, estão armadas. Bastará abrir as portas que as mesmas inflarão automaticamente. É condição a ser usada desde a partida dos motores até o desligamento dos mesmos.

E não é só isso, há mais coisas que nem imaginamos que os comissários têm que treinar antes de poder começar sua carreira. Eles precisam também saber como sobreviver na selva e no mar. São cursos completos que ensinam sobre técnicas de primeiros socorros.

E você, conhece outras curiosidades a respeito da tripulação de um avião? Conte para a gente nos comentários abaixo!
_________________________________________________________________________________


Como funcionam as caixas pretas?

Essa é mais simples de entender: são caixas metálicas que envolvem, cada uma,
dois sistemas eletrônicos diferentes. Uma grava o áudio da cabine, de vozes ao som ambiente, com capacidade para até duas horas, que vão sobrepondo-se até um evento violento, como um acidente, acontecer. Outra registra os parâmetros de voo: altitude do avião, velocidade e manobras, por exemplo. 


E essas caixas, na verdade, são da cor laranja, de visibilidade muito maior no caso de estarem perdidas em uma floresta, entre destroços ou no mar. As duas costumam ficar separadas uma da outra, mas ambas, normalmente, estão na parte traseira do avião, localização que, estatisticamente, garante mais segurança. 


Revestidas por liga de alumínio, internamente elas têm um bloco muito robusto feito de titânio ou aço inoxidável que protege as memórias, e resistem a impactos de até 34 toneladas, temperatura de até 1.100°C por 30 minutos e submersão de até 5 km.

_________________________________________________________________________________

Qual o maior avião do mundo?

É o russo Antonov An-225, da fabricante de mesmo nome, e que esteve pela primeira vez no Brasil em 2010, transportando cargas pesadíssimas para uma refinaria da Petrobrás. O maior cargueiro do mundo tem 84 m de comprimento e 88 m de envergadura.

Para se ter uma ideia, se adaptado apropriadamente, poderia transportar 1,5 mil passageiros. O maior avião comercial em funcionamento hoje, o Airbus-380, pode transportar até 853 pessoas.




_________________________________________________________________________________

Trocando o pneu do avião

    

 A troca do pneu de um avião é um processo complexo, mas pode ser feito em apenas 30 minutos.


     Trocar o pneu de um carro pode ser uma tarefa complicada para muita gente, imagina, então, trocar o pneu de uma aeronave. O que será apresentado aqui nada mais é do que uma simplificação do processo, que não é tão simples quanto parece. A forma como se troca o pneu vária de um avião para outro, e todas as instruções se encontram no manual do fabricante. Nosso parâmetro será o trem de pouso traseiro do Boeing 777, aeronave cujo processo dura cerca de 30 minutos.


     Antes de mais nada, é preciso frisar ainda que, não importa quantas vezes já tenha trocado um pneu, o técnico de manutenção sempre deverá consultar o manual. Posto essas considerações iniciais, vamos ao primeiro passo para a troca do pneu.

     Primeiramente, deve-se utilizar um macaco hidráulico chamado de malabar. Ele consegue suportar um peso de até 85 toneladas e deve ser encaixado no "truck" do trem de pouso. Ao ser encaixado, deve-se bombear o macaco hidráulico através de uma conexão de ar comprimido, o que permitirá levantar o trem de pouso do chão.

     Com a roda fora do chão, podemos ir para o segundo passo, que consiste em remover a válvula de ar para esvaziar o pneu e em retirar a capa protetora do transducer. Ao retirar essa proteção, você conseguirá ver a porca que prende a roda no eixo do trem de pouso. Essa porca é fixada com dois parafusos, para retirá-la é preciso da ajuda de um equipamento hidráulico.

     Depois dessa etapa, você conseguirá ver o eixo do trem de pouso e sua rosca, na qual a porca estava fixada. A roda ainda não pode ser removida, porque é preciso proteger essa rosca. Finalmente, depois de colocar o protetor, utiliza-se um suporte especial para remover a roda de 200 kg do eixo. Esse suporte apoia e levanta o pneu, o que elimina seu peso sobre o eixo.

     Terminado a retirada da roda, realiza-se uma inspeção no eixo e retira-se o excesso de graxa. Com o eixo limpo e inspecionado, a nova roda (com o pneu desinflado) pode ser colocada. O suporte especial também é utilizado nesse processo, o qual deve ser realizado com cuidado, pois as canaletas da roda precisam se encaixar corretamente nas trilhas do conjunto de freio.

     Agora, com a roda encaixada, deve-se retirar a proteção da rosca para recolocar a porca. Ela é reposicionada com um torque muito alto, que fará com que o rolamento fique ajustado na base do eixo. Esse torque na porca é realizado com a roda girando, por isso é preciso desativar o freio de estacionamento. Depois é só alinhar os parafusos e instalar as travas da porca. Finalmente, instala-se o protetor do transducer e aperta-se a braçadeira.

     Após todo esse processo, basta fazer a calibração do pneu, que deve ser calibrado entre 205 e 220 libras. O pneu dos aviões são calibrados com nitrogênio seco, que se conserva por mais tempo no pneu, não congela facilmente e não se expande muito com o aumento da temperatura. Pronto! O pneu da aeronave foi trocado e ela pode voltar a voar seguramente.


_________________________________________________________________________________

BAGAGEM


O passageiro pode levar dois tipos de bagagem: a de mão, pequena, para objetos pessoais e de valor, e a mala a ser despachada, que é transportada no compartimento de bagagens do avião. Os limites variam conforme a companhia, a aeronave e o destino, mas, em geral, são os descritos abaixo:

Bagagem de mão
A soma de comprimento, altura e largura não pode ultrapassar 115 cm, e o peso máximo é de 5 kg. Aconselha-se levar na mala de mão ou na bolsa objetos frágeis, importantes, de valor econômico e sentimental ou úteis para a viagem – por exemplo, equipamentos eletrônicos (laptop, tablet, celular, câmera), remédios, dinheiro, documentos, chaves e material para leitura ou conforto pessoal (como tampões de ouvido, máscara para cobrir os olhos, travesseiros de pescoço etc.). É bom levar um agasalho (pois, em algumas aeronaves, a temperatura pode ficar relativamente baixa), além de uma muda de roupa adequada ao clima na cidade de destino – o que vale também como precaução em caso de extravio de bagagem.

É PERMITIDO LEVAR NA BAGAGEM DE MÃO:
• Aparelhos de barbear, tesouras arredondadas menores que 6 cm, lixa de unha metálica de menos de 6 cm sem ponta perfurante ou aresta cortante.

• Lapiseiras e canetas tinteiro menores que 15 cm.

• Um isqueiro com gás ou fluido (apenas um).

• Bastão de selfie, desde que o equipamento não exceda, somado ou em substituição à bagagem de mão, os limites de peso e volume permitidos.

• Apenas em voos domésticos, no máximo 5 garrafas de bebida alcoólica de até um litro cada, desde que estejam lacradas e tenham teor alcoólico inferior a 70%. No máximo 4 unidades de spray de usomédico ou de higiene pessoal, em frascos de até 500 ml ou 500 g.

*Algumas restrições podem ser aplicadas.

NÂO É PERMITIDO LEVAR NA BAGAGEM DE MÃO
• Armas e réplicas de armas.

• Objetos pontiagudos ou cortantes (tesoura, canivete, saca-rolha, navalha etc.).

• Outros instrumentos que possam ferir (martelo, alicate, bastões etc.).

• Substâncias tóxicas, explosivas ou inflamáveis (aerossóis, fluido de isqueiro etc.). 

Bagagem despachada
Em voos domésticos, são permitidos 23 kg de bagagem por passageiro, independentemente do número de peças. Já para voos internacionais, o limite varia de acordo com o destino, a classe em que se viaja e a política da companhia aérea – vale sempre consultar a empresa escolhida sobre as regras. Quando a bagagem ultrapassa o limite estipulado, é cobrada uma taxa pelo excesso de peso. Atenção: os limites variam de país para país e entre as companhias, portanto é essencial se informar sobre a regra de bagagem caso você vá fazer voos internos no país de destino. Consulte também a companhia aérea para obter informações sobre dimensões das bagagens permitidas, sobre franquia de bagagem para crianças de colo e para voos dentro do Brasil que você precise fazer para embarcar em uma viagem internacional.

Não é aconselhável transportar objetos de valor e eletrônicos na bagagem despachada. Mas, se for necessário, em algumas empresas há a possibilidade de fazer uma declaração de valor do bem despachado no check-in. Nesse caso, a empresa pode checar a existência do bem, solicitar a nota fiscal que comprove o valor e cobrar uma taxa para se responsabilizar por esse transporte.

Recomenda-se lacrar o zíper da bagagem com um cadeado e fixar na mala uma etiqueta com dados pessoais (nome, telefone e endereço). Personalizar suas bagagens com fitas coloridas, por exemplo, facilita a identificação na esteira e diminui a chance de outro passageiro pegá-la por engano. Outra boa prática para proteger sua bagagem é plastificá-la antes de fazer o check-in – este serviço é oferecido em grande parte dos aeroportos.

Itens restritos: armas e réplicas de arma, substâncias explosivas ou inflamáveis e substâncias tóxicas. 

Bagagem especial
Cada empresa tem sua própria política para transporte de bagagens especiais. Todas permitem o despacho de certos materiais esportivos e musicais, mas é essencial checar antes as condições da companhia escolhida – por exemplo, alguns itens podem ter uma taxa para despacho ou ser cobrados como excesso de bagagem caso ultrapassem a franquia. Como em alguns casos o número de itens especiais por aeronave é limitado, é importante que o contato aconteça com 48 horas de antecedência. Em geral, as regras mínimas são as seguintes:

• Bicicletas: devem estar acondicionadas em uma embalagem adequada, como mala ou case próprios para bicicleta (há modelos de marcas como Curtlo, Evoc, Solid e Thule à venda no Brasil). Os pedais da bicicleta devem ser removidos e embalados, o guidão deve estar preso paralelamente ao quadro, a roda dianteira precisa ser removida e presa ao quadro e, para algumas empresas, os pneus precisam estar vazios.

• Bolas: para algumas companhias aéreas, elas devem estar murchas.

• Cadeira de rodas, bengalas, muletas e andadores: podem ser transportados gratuitamente dentro da cabine ou, se não houver espaço, no compartimento de bagagem como item prioritário. No caso de cadeira de rodas que utilize bateria, poderá ser obrigatório removê-la da cadeira no momento do check-in e guardá-la em caixa apropriada. É importante, nesses casos, chegar cedo ao aeroporto e informar ao funcionário do check-in sobre o tipo da bateria – líquida ou seca –, pois isso determina se ela será despachada ou transportada na cabine.

• Pranchas de surf, bodyboard, skate, esqui, varas de pesca, entre outros: devem ser transportados dentro de embalagens apropriadas ou em suas caixas originais. Para evitar danos, as companhias costumam estipular um limite de peças.

• Instrumentos musicais: de forma geral, instrumentos menores não são problema, desde que estejam acondicionados em uma embalagem apropriada, mas é importante averiguar com a companhia as dimensões e o peso máximos permitidos na cabine.

Vale também verificar qual é a política de cada empresa para instrumentos valiosos, como harpas, violinos e violoncelos.

Fonte: http://www.abear.com.br/experiencia-de-voar/guia-de-passageiros/dica/4


_________________________________________________________________________________

Você sabe como é o Brevê ?


Legenda:
 

Nenhum comentário:

Postar um comentário